Dia da Gastronomia Brasileira: redes da Halipar apostam em pratos que traduzem o jeito brasileiro de comer

 Dia da Gastronomia Brasileira: redes da Halipar apostam em pratos que traduzem o jeito brasileiro de comer

Arroz, feijão, farofa, churrasco, strogonoff, parmegiana, cream cheese no sushi e croissant recheado de carne de panela.

A gastronomia brasileira talvez seja uma das poucas do mundo que consegue transformar mistura em identidade.

Celebrado em 10 de maio, o Dia da Gastronomia Brasileira reforça justamente essa característica. Mais do que receitas tradicionais, a cozinha do país é marcada pela adaptação, pela mistura de culturas e pela capacidade de transformar pratos estrangeiros em hábitos completamente nacionais.

E poucas redes representam isso de forma tão clara quanto as marcas da Halipar.

No Griletto, por exemplo, o cardápio aposta em combinações que conversam diretamente com o almoço do brasileiro. A categoria “Tempero Brasileiro” reúne pratos como Tutuzinho à Mineira, Frango com Creme de Milho e Picadinho Brasileiro, enquanto as linhas executivas reforçam aquela fórmula que segue soberana no país: arroz, feijão e proteína bem servida.

Já o Montana Grill mergulha no território do churrasco. A rede ampliou recentemente a categoria “Churrascaria”, com combos para compartilhar que incluem cortes como picanha, ancho, fraldinha e linguiça suína acompanhados de farofa, vinagrete e pão de alho. Tem gosto de domingo em família.

O Jin Jin aparece como exemplo perfeito da criatividade brasileira dentro da culinária asiática. Afinal, poucos países tropicalizaram tanto o sushi quanto o Brasil. Hot roll, temakis fritos, cream cheese e versões mais ousadas fazem parte de uma adaptação que virou praticamente uma identidade própria.

Já a Croasonho leva a lógica brasileira para dentro do croissant. O resultado são recheios como churrasco, carne de panela, strogonoff e até versões inspiradas em pratos populares do dia a dia. Uma mistura improvável que funciona justamente porque conversa com memória afetiva.

No fim, talvez a grande força da gastronomia brasileira esteja exatamente aí: na liberdade.

A gente pega referências do mundo inteiro, mistura sem medo, adapta ao nosso jeito de comer e cria algo que passa a fazer sentido na mesa do brasileiro.

Pode confiar no meu garfo.