Dia do Hot Dog: 6 lugares em São Paulo para provar versões que fogem do tradicional
Salsicha com bacon, polvo, lula, chistorra e choripán mostram como o clássico pode ganhar interpretações bem diferentes
Pão, salsicha e molho formam a base mais conhecida, mas basta olhar os cardápios de São Paulo para perceber até onde pode ir a ideia de um hot dog. Há versões com salsicha defumada, linguiça argentina e até interpretações com polvo e lula.
O lanche tem raízes ligadas à imigração alemã nos Estados Unidos e ganhou popularidade em Coney Island, em Nova York. No Brasil, seguiu outro caminho e incorporou ingredientes como purê de batata, milho, ervilha e batata palha, criando estilos regionais próprios.
Para o Dia do Hot Dog, reunimos seis endereços paulistanos que ajudam a mostrar diferentes leituras desse clássico.
Do cachorro-quente ao polvo
Lanchonete da Cidade
A Lanchonete da Cidade tem duas opções para quem prefere permanecer mais próximo da ideia tradicional do cachorro-quente.
O Vira-Latinha (R$ 39) leva salsicha Berna envolvida em bacon, creme de queijo, picles e cebola no pão de hot dog, acompanhado de fritas fininhas.
Já o X-Totó (R$ 36) combina salsicha Berna, molho de tomate fresco e queijo derretido.
Serviço: Rua Coropé, 51, Pinheiros, além de outras unidades. Segunda a quinta, das 12h às 15h e das 17h à 0h; sexta e sábado, das 12h à 1h; domingo, das 12h à 0h. @lanchonetedacidade
Câmara Fria
No andar superior do Bar Original, em Moema, o Câmara Fria combina cervejas artesanais com pizzas de fermentação natural, embutidos e petiscos.
O CF Dog (R$ 42) troca algumas referências do cachorro-quente convencional por uma montagem com salsicha defumada envolvida em massa de pizza, molho de tomate levemente picante, cheddar inglês, bacon, relish de pepino e mostarda escura.
Serviço: Rua Graúna, 137, Moema. Terça e quarta, das 18h à 0h; quinta, das 18h à 1h; sexta e sábado, das 18h às 2h. Telefone: (11) 2299-5336. @camarafria
Azur do Mar
No Mercado de Pinheiros, o Azur do Mar leva o hot dog para o território dos frutos do mar.
O Choriporvo (R$ 57, duas unidades) leva polvo, chimichurri e aïoli no pão brioche. É uma das interpretações mais distantes do cachorro-quente convencional desta seleção, mantendo principalmente o formato e a lógica de comer o recheio dentro do pão.
Serviço: Rua Pedro Cristi, 89, Pinheiros. Segunda a quinta, das 11h30 às 17h; sexta, das 11h30 às 20h; sábado, das 10h30 às 20h. @azur.do.mar
Lula, chistorra e choripán também entram na lista
Hospedaria
A cozinha paulistana e as referências da imigração italiana orientam boa parte do cardápio do Hospedaria.
Entre os sanduíches aparece o Sanduba de Lula (R$ 64), feito com lula empanada, maionese de alho da casa e vinagrete de feira no pão semi-italiano.
Serviço Mooca: Rua Borges de Figueiredo, 82. Telefone: (11) 2291-5629.
Serviço Itaim Bibi: Rua Clodomiro Amazonas, 216. Telefone: (11) 3168-7291. @hospedariasp
Bodega Pepito
Do chef Oscar Bosch, o Bodega Pepito cruza referências das bodegas espanholas com a informalidade dos bares brasileiros.
Por aqui, a interpretação aparece no Choribao (R$ 59, duas unidades). Em vez do pão convencional, a chistorra é servida dentro de um bao, acompanhada de molho chipotle e picles.
Serviço: Rua dos Pinheiros, 320, Pinheiros. Terça a quinta, das 12h às 15h e das 18h às 23h30; sexta, das 12h às 16h e das 18h à 0h; sábado, das 12h à 0h; domingo, das 12h às 17h. @bodega_pepito
Pobre Juan
A versão argentina fecha a seleção. Conhecido principalmente pelas carnes preparadas na parrilla, o Pobre Juan serve Choripán (R$ 62) feito com pão de batata, linguiça fina de pernil, chimichurri e maionese temperada.
É menos cachorro-quente e mais um parente próximo: o choripán tem identidade própria e longa tradição na cultura gastronômica argentina.
Serviço: Rua Comendador Miguel Calfat, 525, Vila Nova Conceição, além de outras unidades. Segunda a quinta, das 12h às 15h e das 19h às 22h; sexta e sábado, das 12h às 23h; domingo, das 12h às 20h. @restaurantepobrejuan