Coda aposta em música, brinde coletivo e almoço aos finais de semana
Seis meses após a abertura, o bar de Alê D’Agostino amplia sua programação com música ao vivo, novidades no balcão e um ritual às 0h17.
O Coda Bar, casa de alta coquetelaria assinada por Alê D’Agostino, chega aos seis meses de funcionamento com novas apostas para fortalecer sua presença na cena paulistana. Instalado na Vila Buarque, o bar passa a reunir música ao vivo, novidades semanais no balcão, um brinde coletivo nas madrugadas de sexta e sábado e um novo cardápio de almoço aos finais de semana.
O piano, que já fazia parte do ambiente da casa, ganha agora mais protagonismo. Sob curadoria do próprio D’Agostino, o Coda recebe apresentações de música ao vivo em terças-feiras alternadas, sempre com um músico diferente. A proposta é criar uma programação acústica em sintonia com a atmosfera intimista do bar.
“Nós queremos que o Coda seja um celeiro de música boa. A ideia é dar palco para talentos diversos, garantindo que o cliente sempre encontre uma surpresa acústica de alta qualidade enquanto desfruta de um drink”, afirma o mixologista.
Às quartas-feiras, das 19h às 21h, Alê também assume a barra do Coda para apresentar novidades da coquetelaria. “Pode ser um drink, mas pode ser alguma bebida que queremos mostrar suas versatilidades ou até mesmo novidades em destilados”, diz.
Entre as novas tradições da casa está o brinde das 0h17. Nas noites de sexta e sábado, o serviço é interrompido pontualmente nesse horário para um brinde coletivo entre equipe e clientes. A escolha não é aleatória, foi às 0h17 que Alê e seus sócios decidiram, de forma definitiva, abrir o Coda.
A casa também passa a funcionar para almoço aos sábados e domingos, com um menu criado para diferentes momentos da tarde. Entre as entradas estão a burrata com molho romesco, R$ 68, e o guioza de cogumelos, R$ 39. Nos principais, aparecem o ossobuco com purê de batata, R$ 103, e o spaghetti e camarão, R$ 117, preparado com bisque, bacon e molica de limão.
O cardápio ainda traz sanduíche de rosbife com coleslaw, R$ 73, salada de folhas com compota de pera, azul cuestinha e castanhas, R$ 63, ou R$ 93 com atum ou rosbife, além da pasta alla vodka, R$ 71.
Na coquetelaria, o almoço mantém clássicos como Bellini, R$ 52, e Margarita, R$ 52, além de opções sem álcool, como Nero e Mimosa Café, R$ 28 cada. A carta de vinhos inclui o branco Luis Pato Maria Gomes e o tinto siciliano Regaleali Nero D’Avola, ambos disponíveis em taça, R$ 60, ou garrafa, R$ 280. Para finalizar, cafés da curadoria do Café por Elas são servidos entre R$ 12 e R$ 15.